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ENTREVISTA

Senador Reguffe fala em pacto pelo DF e que Bolsonaro tem ação desastrosa no combate a COVID-19

Senador concedeu entrevista ao Jornal Correio Brasiliense

17/01/2021 12h28Atualizado há 1 mês
Por: Redação
Fonte: correio brasiliense
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1) Como o senhor votará para a presidência do Senado? Decidiu seu candidato?

R: Há dois anos, enfrentei Renan e Davi pela presidência do Senado. Tive 6 votos, mas defendi o que acredito e cumpri meu papel com dignidade. Nessa eleição, vou votar na Simone Tebet. O Senado precisa mudar. Não dá para continuar como está. Mesmo ela não defendendo todas as minhas pautas, é uma pessoa séria e um ar novo.

2) O que pode ser melhorado e o que precisa mudar no Senado?

R: O Senado é uma das casas legislativas mais caras do mundo. Precisamos de um Senado que custe muito menos ao contribuinte, que seja mais transparente e que tenha um processo legislativo mais ágil. Sinceramente, é preciso acabar com esses extras, verba indenizatória, carros oficiais, aposentadoria parlamentar, plano de saúde vitalício para senadores, é preciso reduzir verba e número de assessores por gabinete. Um senador tem direito a 55 assessores, tenho apenas nove. Abri mão de tudo isso no primeiro dia do mandato. Não só falo, fiz na prática, dei o exemplo. Além disso, precisamos ter um Senado independente. Hoje parece que existe uma troca de favores, e não só com o Executivo, mas com o Judiciário também. Agora, verdadeira independência significa que não vai ser subserviente, mas também que não vai ser instrumento de chantagem e barganha junto ao governo para atrapalhar o país.

3) Qual avaliação o senhor faz da atuação do presidente Jair Bolsonaro na pandemia?

R: Um desastre. Ele entrou numa postura de negação e resolveu brigar com a ciência. Seria cômico se não fosse trágico. Uma irresponsabilidade total! A vacina não é uma questão ideológica, é a chance da humanidade de salvar vidas.

4) E na esfera local? O que o senhor acha da condução feita pelo GDF?

R: Começou bem e depois se perdeu. Mas tenho tentado uma linha de diálogo com o governo. No Senado, cumpri minha obrigação e ajudei a cidade e o governo. No projeto de ajuda aos estados e municípios que chegou ao Senado, o DF tinha sido contemplado apenas na condição de estado. Apresentei emenda e, por justiça, num esforço conjunto com a Leila e o Izalci, conseguimos mudar o texto e o DF recebeu mais R$ 189 milhões para o enfrentamento da pandemia do previsto inicialmente. Além disso, com as minhas emendas individuais ao Orçamento da União, a saúde do DF recebeu remédios e equipamentos para vários hospitais da rede.

5) O senhor consegue enxergar algum nome que possa se contrapor a Bolsonaro nas próximas eleições?

R: Difícil fazer previsão dois anos antes. Hoje, com as redes sociais, uma pessoa fica conhecida nacionalmente muito rápido. Acho e, sinceramente, espero que daqui até lá surjam nomes novos. O Brasil precisa de alguém que tenha uma visão moderna na economia, que defenda um Estado mais enxuto e eficiente, mas ao mesmo tempo esse alguém precisa entender que esse é um país que tem milhões de pessoas em extrema pobreza e que precisam de programas de proteção social. Mas não apenas com porta de entrada, mas de saída também.

6) O senhor está chegando à fase final do mandato no Senado. Quais pontos destaca das ações feitas até agora?

R: Honrei e cumpri tudo o que escrevi no meu panfleto de campanha. Ponto por ponto. Sem exceção. Algo, infelizmente, raro na política hoje. Com os cortes que fiz no meu gabinete, economizei sozinho R$ 16,7 milhões aos cofres públicos. De um dinheiro que é dos impostos de todos nós. Mas meu mandato é muito mais do que o exemplo e as economias. Apresentei 11 PECs e 51 projetos. Aprovei 6 no Senado, e todos relevantes. O DF recebeu remédios para câncer, 14 ambulâncias para o Samu e equipamentos para vários hospitais da rede por emendas minhas ao Orçamento da União. Destinei recursos também para construção e reforma de escolas e creches públicas e para o aparelhamento da polícia e do Corpo de Bombeiros.

7) O seu nome está sempre entre os cotados para o GDF. O senhor pretende se candidatar ao Buriti em 2022? Quais os planos para a próxima eleição?

R: No meio de uma pandemia, acho que os políticos, pelo menos os que têm consciência das suas responsabilidades, devem ficar preocupados em cumprir bem suas obrigações e dar uma contribuição. Como tenho feito, trazendo recursos para a saúde do DF. Sinceramente, não defini ainda o que vou fazer na eleição. Mas penso que o DF precisa de um grande pacto pela cidade. É preciso juntar todos aqueles que verdadeiramente amam essa cidade, sem preconceitos, sendo firme em princípios, e criar um grande projeto de desenvolvimento econômico para a cidade. E que também melhore os serviços públicos oferecidos à população, principalmente na área de saúde, que precisa ser a grande prioridade. Nisso, poderia ser candidato a governador, senador ou até deputado distrital. Quero ver nossa cidade melhorar.

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