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IPÊ - ENTREVISTA

Gilvan Máximo e os desafios da Secretaria de Ciência Tecnologia e Inovação do GDF

Secretário vem se destacando na atuação da Secti, pela implementação de projetos como VEM-DF, Wi-Fi Social, Inova Tech, DF+ Produtivo e ativação do Planetário. Secti, é muito mais do que só Campus Party.

15/10/2020 09h19Atualizado há 1 semana
Por: Redação
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Foto: @gilvanmaximooficial
Foto: @gilvanmaximooficial

 

Em uma semana corrida devido ao lançamento do RECICLOTEC, Gilvan Máximo, atual secretário da Secretaria de Ciência Tecnologia e Inovação, vem se destacando pela implementação de projetos inovadores no GDF.

Garboso e com posições firmes Máximo, se incube da missão de tornar Brasília não só a capital do poder, da arquitetura, mas também a capital na vanguarda da tecnologia. “O maior investimento que o GDF tem feito para promover a inovação é na preparação de seus cidadãos, de seus jovens. O nosso foco é nas pessoas. ” pondera secretário.

Gilvan Máximo nasceu no dia 20 de maio de 1969 na cidade de Rubiataba (GO). É casado com Miranda Castro e pai da Sofhia. É Empresário na área da construção civil teve sua carreira consolidada na iniciativa privada. Gilvan Máximo foi Secretaria do Entorno do Distrito Federal no governo Marconi Perillo entre 2011 e 2014, concorreu a uma vaga na Câmara dos Deputados em 2014 pelo Republicanos e obteve 58.466 votos.

A Redação do Ipê Brasília entrou contato com Gilvan Máximo, solicitando entrevista, segue abaixo:   

Ipê -Como secretário de Ciência e Tecnologia e Inovação do GDF, qual tem sido o principal desafio a ser enfrentado diante da pasta?

A promoção da ciência, da tecnologia e da inovação apresenta muitos desafios para qualquer administrador público. Integrar as diversas áreas do Governo e da sociedade civil na mesma direção e com foco é talvez o mais complexo deles. O desenvolvimento e a implementação de novas tecnologias acontecem em diferentes áreas da Administração e precisa estar em linha com as expectativas e necessidades da população. O Governador Ibaneis Rocha tem priorizado as políticas de modernização dos serviços públicos para facilitar a vida das pessoas. Esse processo envolve o uso intensivo de tecnologias da informação, ações de capacitação profissional, educação empreendedora e estratégias de fomento que estejam integradas. O desafio é grande, mas temos tido bastante sucesso nesses dois anos.

Ipê -Qual a visão da SECTI, para o desenvolvimento da Ciência, Tecnologia e Inovação no DF?

Ciência, tecnologia e inovação se fazem sobretudo com cérebros. A formação e a capacitação de jovens, a qualificação de empreendedores e trabalhadores, a modernização dos processos nas empresas tem sido nossa prioridade. Não se pode inserir novas tecnologias e processos inovadores na cidade e nas empresas sem conhecimento, sem que as pessoas estejam habilitadas para isso. O maior investimento que o GDF tem feito para promover a inovação é na preparação de seus cidadãos, de seus jovens. O nosso foco é nas pessoas.

Ipê -Quais as principais ações que a SECTI, vem executando para realizar esta visão?

Temos atuado em diversas frentes. O Wi-Fi Social é um projeto que oferece internet gratuita à população do Distrito Federal, sem ônus ao Poder Público ou ao usuário, por meio do sinal Wi-Fi, em locais de grande circulação de pessoas, hospitais e UPAS. O Vem DF, um projeto pioneiro de compartilhamento de veículos elétricos para frotas públicas, por meio de acordo de Cooperação Técnica assinado entre Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial, Parque Tecnológico de Itaipu e Governo do Distrito Federal. O Passaporte para o Futuro é um projeto de implementação de laboratórios de robótica que ofertam cursos de tecnologia, de transformação digital e cidadania para a qualificação de jovens de 15 a 18 anos para o mercado de trabalho. Já temos 13 laboratórios implantados e faremos mais 50 por ano até o fim do mandato. Apenas no primeiro semestre de 2020 já tivemos 975 alunos matriculados.

O Inova Tech é um projeto de capacitação profissional tecnológica para formação de alunos entre 2020 e 2022. Os cursos ofertados são definidos a partir das demandas das empresas e com foco em novas tecnologias. O projeto inclui a reinserção de trabalhadores no mercado do DF. Já temos 1380 alunos bolsistas em sala de aula e pretendemos formar 46 mil alunos até o final do mandato.

O DF+ Produtivo promove a melhoria das linhas de produção das empresas, com o objetivo de aumentar a produtividade e redução de custos das indústrias do Distrito Federal. As consultorias oferecidas são definidas a partir das demandas das empresas por meio da metodologia do Programa "Brasil Mais Produtivo" do Ministério da Economia. Já temos 47 empresas cadastradas, 22 consultorias em andamento.

O Reciclotech é um projeto de capacitação de jovens nas tecnologias de comunicação e informação associado à reciclagem de materiais de informática. Os computadores recondicionados serão doados para bibliotecas, escolas e demais entes de interesse da administração pública. O projeto está sendo lançado neste mês de outubro e prevê a capacitação de 1000 jovens a partir dos 14 anos de idade. Serão 100 laboratórios implementados até o fim do mandato e a expectativa é de reciclagem de cerca de mil toneladas de lixo eletrônico nesse período.

O Planetário de Brasília é um centro científico, cultural, histórico e de entretenimento, levando imagens sobre o universo e a vida pelas lentes de modernos equipamentos de projeção. A SECTI mantém o Planetário como uma das mais modernas ferramentas de difusão do conhecimento cientifico para crianças e jovens no DF. O Planetário recebe cerca de 130 mil visitantes anualmente, sendo 70% alunos das redes pública e privada.

Ipê -Quais são as áreas prioritárias que vem tendo mais atenção em sua gestão?

O investimento nos jovens é a receita para o sucesso. Temos feito grande esforço para trazer o nosso jovem para o século XXI e para o universo da tecnologia. São os jovens quem vão fundar as novas empresas do futuro, quem vão modernizar a atuação do Estado e transformar Brasília na Cidade da inovação.

Ipê - Recentemente o GDF, sancionou a Lei Nº 6620 DE 10/06/2020, que estabelece Plano Diretor de Ciência, Tecnologia e Inovação da Cidade Humana, Inteligente, Sustentável e Criativa. Qual o real impacto da criação da Lei na vida dos brasilienses?

A Lei 6.620 de 2020 é extremamente relevante para o Distrito Federal porque ela cria a Política Distrital de Ciência, Tecnologia e Inovação. Estabelecendo parâmetros que propiciem o uso da Ciência, Tecnologia e Inovação como elementos para o desenvolvimento econômico e social do DF.

A lei também trata do Plano Diretor de Ciência, Tecnologia e Inovação da Cidade Humana, Inteligente, Sustentável e Criativa, estabelecendo em seu capítulo IV alguns elementos que devem nortear a criação do Plano.

Nesse momento, a SECTI está conduzindo a elaboração do Plano, em conjunto com os demais órgãos do GDF e com as Administrações Regionais. Numa segunda fase serão convidados para os debates a sociedade como um todo.

O Projeto Brasília Inteligente tem por objetivo criar melhores condições de vida para os cidadãos do Distrito federal a partir do uso das tecnologias de informação e comunicação.

 

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