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Política 3º VIA

Felipe d’ Avila é anunciado pré-candidato à presidência da República pelo partido NOVO

O partido Novo, lançou nesta quarta-feira (3), o seu pré-candidato à presidência da República, afim de se fortalecer no grupo da chamada “terceira via”, se colocando na oposição a candidatura do atual presidente Jair Bolsonaro (sem partido) e do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Sila (PT).

03/11/2021 18h35 Atualizada há 4 dias
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Por: Mercuccio
Felipe d’ Avila é anunciado pré-candidato à presidência da República pelo partido NOVO

 

O lançamento ocorreu no Centro de Convenções Ulysses Guimarães, na capital federal, estiveram presentes cerca de 100 pessoas, entre parlamentares, apoiadores e mandatários do partido e imprensa. “O que está em jogo é a sobrevivência do País”, disse Luiz Felipe d’Avila no evento.

 

Quem é Felipe d’ Avila?  - com informações do Wikipédia 

 

Luiz Felipe d’Avila (São Paulo, 24 de agosto de 1963) é publisher, cientista político, filantropo e fundador do Centro de Liderança Pública (CLP).

 

Em 2008, fundou do Centro de Liderança Pública (CLP), uma organização sem fins lucrativos dedicada a engajar a sociedade e desenvolver líderes públicos para enfrentar os problemas mais urgentes do Brasil. O CLP valoriza a política, formando líderes públicos, criando o Ranking de Competitividade dos Estados e o Ranking Municipal e mobilizando a sociedade, o Parlamento e os governantes em torno das reformas.

 

É fundador e publisher do VirtùNews, plataforma digital de jornalismo de dados, voltado para análises aprofundadas sobre política e economia. É também editorialista do jornal O Estado de S. Paulo. Em 1996, fundou a Editora D’Avila, responsável pela publicação das revistas REPÚBLICA, com foco em política, e Bravo!, especializada em arte e cultura, depois vendida para a Editora Abril, onde Luiz Felipe tornou-se diretor-superintendente no período entre 2002 e 2006.

 

Luiz Felipe d’Avila é cientista político formado Universidade Americana em Paris, França e com mestrado em Administração Pública pela Harvard Kennedy School.

 

É autor de vários livros de história e de política[1]. Entre as obras, destacam-se “O Crepúsculo de uma Era”, “Dona Veridiana: A trajetória de uma dinastia paulista”, “Os Virtuosos”, “Caráter e Liderança: Nove Estadistas que Construíram a Democracia Brasileira”, “Cosimo de Medici - Memórias de um Líder Renascentista” e os “10 Mandamentos: Do País que Somos para o Brasil que Queremos”. 

 

O Discurso 

O presidenciável deu tom de uma agenda reformista, liberdade econômica e o diálogo como arma para se combater os extremos. Segundo o pré-candidato o País está preso ao “populismo de esquerda e direita” e essas ações levam o Brasil ao patrimonialismo, clientelismo e ao corporativismo o que denominou de “PCC”, mas não confunda com a organização criminosa Primeiro Comando da Capital (PCC).

 

"Não é a organização criminosa. É o patrimonialismo, o clientelismo e o corporativismo, “PCC’. Patrimonialismo é sinônimo de corrupção. Em um país onde há corrupção, há pobreza. Corrupção e pobreza andam juntas. Países que reduziram a corrupção são onde há mobilidade social, igualdade de oportunidades e onde as economias crescem", enfatiza D’ Avila.  

 

"O corporativismo é essa pauta desastrosa para o país, que prioriza interesses específicos em vez de servir à nação e ao brasileiro. Nós todos pagamos essa conta cara do corporativismo ao criar feudos de privilégio e benefícios que mantém a economia fechada e o país incapaz de competir globalmente. Que mantém feudos e currais eleitorais que distanciam o povo de ter a sua oportunidade para crescer, progredir, empreender e trabalhar, disse.

 

O segundo “C”, classificou de "O clientelismo é sinônimo de gente que arruma emprego aos seus parentes em vez de governar em nome da nação e fazer com que sejam criadas oportunidades para todos os brasileiros", esclarece.

 

Questionado pelo pré-candidato ao Senado pelo Distrito Federal, pelo seu partido Paulo Roque, sobre a Petrobrás. Luiz Felipe d'Ávila, foi enfático. Vendo-a no primeiro dia de governo.

 

"É um absurdo ter uma empresa que vem sendo usada como fonte de corrupção pelo populismo de esquerda e como fonte de manipulação de preços pelo populismo de direita. Faz com que nós todos percamos. Todos vamos ter que pagar essa conta", opinou. 

 

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